Marcas e Empoderamento Coletivo

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As pessoas estão usando sua voz, através da tecnologia, para criar movimentos que apoiam ideias e causas.

Grupos ao redor do mundo estão lutando para conquistar mais igualdade, equidade, autonomia e direitos.

O consumo consciente e o ativismo estão convergindo, e as marcas precisam prestar atenção a essas expressões, quando são legítimas e baseadas em princípios.

Ao mesmo tempo, devem evitar embarcar em ações partidárias ou entrar em polêmica pela polêmica.

Os consumidores estão cada vez mais atentos e são capazes de boicotar as marcas que erram ao se posicionar apoiando aventuras ideológicas.

A mentalidade de comunidade se ampliou na pandemia. Movimentos sociais ganharam novas dimensões globalmente e, aqui no Brasil, essa tendência também se estabelece.

Os consumidores demandam posicionamento das marcas. Querem que apoiem causas justas, princípios corretos, e que se levantem contra as injustiças reais do mundo.

Sem partidarismo, é uma questão de posicionamento por princípios.

Agindo para gerar impacto positivo nas comunidades locais.

Questionando o papel da tecnologia e ampliando suas possibilidades de transformação.

Indo além do discurso e de meras doações, e passando a agir ativamente para mudar a realidade para melhor.

E gerando mais colaboração, dentro da empresa e reverberando para a comunidade e o mercado.

Marcas que produzem impacto positivo terão vantagem competitiva ao se conectarem com o Zeitgeist. As pessoas percebem e recompensam essas marcas visionárias.

D.J. Castro

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